pirataria na internet – Desconexão de acusados por download ilegal

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Planos de forçar provedores do Reino Unido a desconectar suspeitos de download ilegal foram rejeitados por 68% dos cidadãos do país. Para eles, ao menos um processo legal em tribunais seria necessário antes, caso ocorressem mesmo as punições.

É o que mostra levantamento da empresa de pesquisas YouGov, na primeira vez em que a opinião pública foi verificada para esta temática, diz o jornal “The Guardian”.

Peter Mandelson, conhecido como Lord Mandelson, o secretário de Negócios britânico e autor da proposta, “claramente” está “na contramão da opinião pública e deveria repensar”, diz Jim Killock, diretor-executivo o Open Rights Group, organização que encomendou o estudo.

Além disso, a questão representa até algo delicado para as eleições: 44% dos entrevistados consideram que a desconexão afetaria de forma negativa seu voto para um partido que defendeu essa política.

No entanto, ainda 16% eram a favor de punições automáticas baseadas em denúncias de proprietários de direitos autorais.

De todo modo, o ministro para internet do país, Sion Simon, afirma que o governo não vai permitir desconexão arbtitrária e que “o infrator (que pode ser, por exemplo, uma criança) frequentemente não é o responsável pala conexão (talvez um dos pais).”

Fonte: Folha Online

Facebook tenta roubar os usuários do orkut

Facebook inicia uma nova estratégia para conseguir “roubar” os usuários do orkut, que é hoje, a rede mais popular do Brasil. Os usuários do Facebook podem importar os amigos que constam na rede do orkut diretamente, basta seguir um tutorial que aparece na primeira página da rede social.

No tutorial há um link para o Orkut, onde é possível salvar e baixar a lista de contatos. Depois, por um pluging, basta fazer o upload dessa lista para o Facebook e escolher os contatos que se quer adicionar.

 Segundo Mark Zuckerberg, CEO do Facebook que esteve recentemente no Brasil, a rede social já tem 1,3 milhão de usuários no país, ainda muito atrás do Orkut, que chega a 27 milhões de usuários ativos, de acordo com dados do Ibope Nielsen Online.

Fonte: O Globo

Desenvolva sua carreira com a ajuda das redes sociais

Entre as milhares de informações trocadas por meio de redes sociais também existem oportunidades para dar um upgrade na sua carreira. Pesquisa realizada pelo site Jobvite.com apontou que 72% das empresas planejam investir mais em recrutamento por meio das redes sociais e 68% já as utilizam como suporte nas seleções.

De acordo com a pesquisa, os sites mais consultados para recrutar profissionais, em ordem de preferência e uso, são o Linkedin, o Facebook e o Twitter. Por meio dessas redes é possível ficar conectado diretamente com quem busca profissionais no mercado. Mas não basta somente aderir aos sites e ficar esperando as empresas e recrutadores entrarem em contato: o profissional deve ser proativo, trocar informações, conhecer pessoas e divulgar conhecimento.

Na Career Center, especializada em recursos humanos, o programa de transição de carreira enfatiza a importância do networking e do marketing pessoal nas redes. Uma das recomendações é deixar o perfil sempre atualizado e público, assim pode ser achado também em outras ferramentas. Solicitar recomendações ou indicações de ex-colegas ou ex-chefes, pode dar credibilidade, principalmente no LinkedIn.

Essas ferramentas permitem que a empresa faça uma preavaliação da pessoa, identificando o perfil, os valores e os interesses dos profissionais, verificando se eles são adequados à cultura da organização antes da entrevista pessoal. Portanto, não deixe de olhar com atenção as informações que constam no perfil, tire tudo o que for inadequado e cuidado com o conteúdo que você publica.

Pesquisa publicada no Zero Hora

Google aposta em um internet aberta, mas não de graça

Segundo informações da imprensa norte-americana, o Google elaborou uma proposta para estabelecer um sistema de pagamentos por acesso a notícias na internet. O objetivo é ajudar a reduzir problemas financeiros de diversos veículos de comunicação.

A companhia esboçou um plano de cobrança para ler artigos jornalísticos na rede em resposta a um pedido da associação de jornais dos Estados Unidos (NAA, na sigla em inglês) e que veio a público por meio da Fundação Nieman da Universidade de Harvard.

No documento do Google, a empresa aposta por uma internet “aberta”, mas não necessariamente “de graça”, na qual a publicidade continuaria sendo a maior fonte de receitas para os veículos de comunicação, embora reconheça que um serviço de assinatura representaria “uma importante fonte de renda adicional”.

“Um bem-sucedido sistema de pagamento por conteúdo pode aumentar as oportunidades publicitárias, em vez de substituí-las”, diz o texto.

De acordo com o Google, as buscas por informação deverão continuar gratuitas, seja o conteúdo pago ou não. No caso de assinaturas, se recomendaria estabelecer uma conta única que desse acesso a diferentes artigos de diferentes veículos de imprensa.

O sistema é similar ao estudado por diversas empresas do setor jornalístico nos EUA. A gigante News Corporation, do magnata Rupert Murdoch, já entrou em contato com os principais jornais do país para iniciar um programa de cobrança pela leitura de artigos na internet.

O plano da News Corporation consistiria em criar um consórcio integrado por líderes no setor como “The New York Times”, “Washington Post” e Hearst Corporation a fim de estabelecer um mecanismo comum para seus conteúdos digitais, tanto para a web quanto para dispositivos portáteis.

A aceitação do Google de propor assinaturas para acesso a certas notícias foi tida como surpreendente devido às más relações da empresa com os principais veículos de imprensa americanos.

Durante os últimos meses, as principais empresas de comunicação dos EUA foram muito críticas com o Google, companhia à qual acusam de se beneficiar da distribuição de notícias escritas por outros meios sem que estes recebam compensação por isso.

O Google se defendeu alegando que, com seu sistema de busca de notícias sem restrições, reencaminha os usuários para as edições digitais dos jornais.

Fonte: Folha Online

Redes sociais – algumas te deixam inteligentes outras mais burro

O Facebook e videogames ajudam a tornar as pessoas mais inteligentes, enquanto o Twitter e mensagens de texto têm o efeito oposto, afirmou nesta segunda-feira uma psicóloga britânica. A doutora Tracy Alloway, da Universidade de Stirling, na Escócia, estuda a “memória ativa”, função cerebral que dá às pessoas a capacidade de reter e utilizar informações.

Segundo ela, o Facebook aparentemente expande a memória ativa pela sua natureza “social”. A mente é forçada a trabalhar para manter o contato com as redes de centenas de amigos. No caso dos videogames, mesmo que eles prejudiquem a socialização, o aprimoramento mental pode ser causado por jogos que envolvem estratégia e planejamento. Jogos como o Sudoku teriam efeitos similares.

O problema do Twitter – e de quaisquer outras ferramentas “instantâneas”, como o YouTube e mensagens de texto (SMS) – é que ele é tão sucinto que “sua atenção é reduzida e seu cérebro não precisa se dedicar e não aprimora conexões entre os neurônios”.

– No Twitter você recebe uma corrente permanente de informação, mas é tudo muito sucinto. Você não precisa processar essa informação – disse Alloway, admitindo que não há estudos que comprovem sua afirmação, que por enquanto é apenas uma “hipótese”. Segundo o Times Online, ela pretende iniciar um projeto de pesquisa sobre o caso em janeiro.

A principal crítica ao raciocínio da Dra. Alloway diz respeito ao fato dela limitar o Twitter a mensagens de 140 caracteres. Se por um lado essa natureza “sucinta” gera muitas mensagens banais, por outro, a interatividade da ferramenta permite a inclusão de links que ampliam muito o alcance dos “tweets”. Ou seja, o Twitter é o que você faz dele.

A Dra. Alloway falou no Festival Britânico de Ciência, na Universidade de Surrey, sobre seu trabalho em treinar crianças no aprimoramento da memória. Ela diz que sua equipe criou um programa que aumentou a performance de crianças de 11 a 14 anos com problemas de aprendizado. Segundo o Telegraph, “após oito semanas de treinos com o ‘JungleMemory’, as crianças tiveram aumentos de 10 pontos no QI e em testes de leitura e matemática”.

Uma nova forma de comunicar em eventos- Twitter e SMS

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Na terceira edição da ProXXIma, evento de comunicação e marketing digital internacional realizado em São Paulo, que começou na manhã da terça-feira dia 01 de setembro, foram aproveitadas todas as tendências da mídia digital para interagir com seus participantes. Grandes telas touchscreen foram espalhadas pelos estandes das empresas participantes, e SMS (mensagens de texto pelo celular) e Twitter foram as ferramentas utilizadas para que o público fizesse perguntas durante as palestras.

Dentro do auditório, onde executivos de empresas com experiências positivas na área compartilhavam seus casos, a essência do evento, “a revolução do século XXI já chegou”, era visivel em todos os detalhes. O tradicional microfone usado para fazer perguntas aos palestrantes foi substituído por meios virtuais. Quem quisesse interagir com a palestra podia mandar uma mensagem SMS ou fazer sua pergunta através do Twitter do evento.

O microblog é usado não só como meio de conexão entre quem faz o evento e quem o assiste, mas também como forma de repercutir todo o conteúdo discutido no local. Uma das principais constatações é a de que as mídias digitais deixaram de ser estratégia de marketing e passaram a se tornar essência das empresas. 

A tendência é cada vez mais em eventos, essas novas formas de comunicar e interagir sejam usadas. Existem exemplos de pequenos eventos que deixam telas no auditório passando o que as pessoas estão falando no twitter sobre o assunto da palestra. Além da agilidade e da rapidez da comunicação, os assuntos abordados nas palestras e eventos podem ser acompanhados por todo o resto da rede de seguidores.

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