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Metade dos usuários de redes sociais se conectam com empresas ou marcas

Um estudo recente da Association of National Advertisers revelou que 66% das empresas já usam redes sociais em 2009, um número bem superior a 2007, onde apenas 20% das empresas usavam esse canal.

As empresas podem adotar os meios de comunicação como as redes sociais, mas será que os consumidores estão seguindo essas empresas nas redes? Segundo pesquisas recentes, a resposta parecer ser “sim”.

Segundo um estudo publicado pela eMarketer, mais da metade dos usuários das redes sociais são fãs ou seguidores de uma marca com presença online. Além disso, os usuários são mais propensos a falar algo positivo sobre a marca do que negativo.

Dados da pesquisa:

“52% dos usuários de redes sociais(twitter, facebook, orkut, etc) se tornaram fãs ou seguidores de uma marca ou empresa, enquanto 46% já disseram algo positivo sobre a empresa em uma rede social – O dobro da porcentagem de usuários que falam negativamente (23%).”

Em outras palavras, parece ter um movimento muito maior do que simplesmente as marcas entrando nas redes sociais para divulgar o nome e se posicionar. Os usuários estão procurando ativamente suas marcas favoritas e estão se conectando a elas pelas redes sociais, ou seguindo indicações de amigos ou link nessas redes. Mais uma razão para que os investimentos nessa área aumente nos próximos 5 anos.

As redes mais usadas por essas empresas são:
Facebook (74%)
Youtube (65%)
Twitter (63%)
LinkedIN (60%)

Links relacionados:
http://mashable.com/2009/08/14/social-media-marketers/
http://mashable.com/2009/07/08/social-media-marketing-growth/

Twitter é usado para falar “bobagem sem sentido”

Estudo Realizado pela empresa americana Pear Analytics sobre o uso do Twitter revelou que 40,5% das mensagens trocadas através do serviço são “bobagem sem sentido”. O estudo tinha como objetivo produzir um instantâneo de como os internautas usam o serviço.

Além de enviar as ditas “bobagens”, usuários usam o serviço também para bater papo em tempo real. O estudo concluiu que apenas 8,7% das mensagens enviadas poderiam ser classificadas como tendo “valor”, já que traziam informações interessantes.

Para ter uma idéia de como o Twitter é usado, a Pear Analytics avaliou mensagens postadas no serviço de microblog a cada 30 minutos, entre 11h00 e 17h00, em dias de semana, por duas semanas.

Ao todo, a empresa analisou 2 mil mensagens e as classificou em seis categorias: notícias, spam, auto-promoção, bobagens sem sentido, bate-papo e as que tinham algum valor.

As conversas pelo Twitter em geral envolviam dois usuários que postavam mensagens respondendo à anterior, enquanto que as classificadas como “bobagem sem sentido” eram do tipo “estou comendo um sanduíche”.

Quando os analistas da Pear Analytics começaram o estudo, eles esperavam que a maioria das mensagens seria de spam ou auto-promoção. Segundo os analistas, esta crença veio com o crescimento do número de empresas usando o Twitter como ferramenta para aumentar as vendas.

Em vez disso, o estudo concluiu que 40,5% das mensagens poderiam ser classificadas como bobagem sem sentido, 37,5% como bate-papo e 8,7% como tendo algum valor de informação. Auto-promoção e spam ficaram em 5,85% e 3,75%, respectivamente.

“Com a nova face do Twitter, será interessante ver se eles assumem um papel mais pesado nas notícias, ou continuam a ser uma fonte para as pessoas dividirem suas atividades correntes que tem pouco a ver com os outros”, disse Ryan Kelly, fundador da Pear Analytics.

A empresa pretende repetir o estudo a cada trimestre para rastrear tendências de uso da ferramenta.

Fonte: BBC Brasil

TV e boca-a-boca são os canais que mais levam usuários aos buscadores

A TV e o boca-a-boca são duas das principais ferramentas para gerar interesse nos internautas por algum produto. E esse interesse pode se transformar em buscas sobre a empresa ou produto, de acordo com dados da iProspect, empresa especializada em marketing dentro de mecanismos de busca.

O estudo conduzido pela companhia aponta que 67% dos internautas que usam buscadores online chegam até eles por meio de outros canais além da internet.  Entre esses canais, indica a pesquisa, os mais populares são a TV e o boca-a -boca, responsáveis por levar, respectivamente, 37% e 36% dos usuários aos buscadores.

A pesquisa foi apresentada nesta terça-feira, dia 04/ago, pela diretora global de buscas da rede internacional de agências digitais Isobar, Erica Schmidt, durante o Search Marketing Expo 2009, em São Paulo. O evento conta ainda com palestras sobre links patrocinados, comparadores de preços, Search Engine Optimization (SEO), futuro do marketing de busca e mídias sociais.

Um dos casos de destaque apresentados por Erica foi o da empresa Nexus, voltada a produtos de beleza. Com o uso de vídeos educacionais, a empresa aumentou o tráfego do site em 57% no período de três meses. Para fazer com que esses vídeos fossem mais assistidos, a Nexus investiu em palavras-chave em mecanismos de busca e links patrocinados.

Fonte: Lygia de Luca, do IDG Now!

Boca-a-boca online é propaganda confiável para 90% dos internautas

O boca-a-boca online, junto às sugestões de amigos, são as formas de propaganda que atraem mais confiança no mundo, segundo estudo da empresa que mede audiência na internet Nielsen Online, divulgado dia 15/7. A pesquisa mostra que, enquanto 90% dos usuários de internet no mundo confiam em sugestões de amigos antes de fazer uma compra, 70% recorrem à opinião de outros consumidores divulgada online. A mesma porcentagem (70%) de usuários pelo mundo que confiam em opiniões na web também confiam nos sites oficiais da marca de um produto, o que mostra o alcance da mídia gerada pelo consumidor.

Há diferenças regionais entre os 50 países pesquisados, segundo o Nielsen Online. No Brasil, a taxa de confiança em opiniões na internet é menor, de 60%. Os brasileiros confiam um pouco mais na opinião dos amigos – 93% – e também nos sites das marcas (79%).

Quando se trata de anúncios que aparecem em ferramentas de buscas, 62% dos brasileiros confiam neles, número superior aos 41% registrados no resto do mundo.

Os brasileiros também confiam mais em anúncios de vídeo online – 54% contra 37% da média mundial. Outra mídia que os consumidores do Brasil dão mais crédito são os banners online, sendo 51% confiando neste formato – no mundo, a média é de 33%. A publicidade no celular também é mais popular no País, tendo a confiança de 36% dos brasileiros, contra 24% do mundo.

O estudo foi realizado entre 19 de março e 2 de abril de 2009 com 25.420 consumidores de internet em 50 países.

Fonte: IDG Now