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Yahoo propõe o pagamento para enviar e-mail: US$ 0,01

A velha idéia de se pagar pelo envio de emails como forma de controlar os spams está de volta, desta vez pelas mãos do Yahoo, que quer trazer para o mundo virtual os velhos selos das cartas de papel. A equipe de pesquisa da empresa está trabalhando no CentMail , um projeto que sugere que os usuários paguem US$ 0,01 por mensagem enviada. O dinheiro iria para instituições de caridade e os emails passariam a ter um selo garantindo sua autenticidade.

Segundo empresas especializadas em softwares antispam, as mensagens indesejadas representam 90% dos emails enviados no mundo. Além de atrapalhar nossa vida dificultando a administração da caixa de entrada, os spams também prejudicam o planeta, pois consomem 33 terawatts de eletricidade por ano (10 vezes o consumo anual dos EUA).

A idéia por trás CentMail, segundo a Wired , é que “pagar pelo envio – mesmo que um centavo – diferencia emails reais de spams, pois os filtros podem ser ajustados para permitir que a mensagem carimbada passe”. O argumento central é que “uma vez que spammers enviam milhões de emails todos os dias, o custo será proibitivo, mesmo a US$ 0,01”.

Considerando que as pessoas aceitem a idéia de pagar por um serviço que sempre foi gratuito – talvez seduzidas pela faceta beneficente do programa -, dois fantasmas assombram o futuro do CentMail: a falsificação e as botnets.

O Yahoo precisará criar alguma forma de combater a falsificação dos selos, que certamente ocorrerá. Além disso, a maior parte dos spams hoje em dia é enviada por “botnets”, redes de computadores zumbis (infectados por vírus) que enviam milhões de emails sem o conhecimento dos seus donos. Essas pessoas infectadas pelo vírus iriam enviar mensagens com o selo original, mesmo sendo spam.

O mercado de e-mail marketing precisa estar atento a essas mudanças, pois caso isso ocorra, além das regulamentações de e-mail marketing (veja aqui), ainda existirão novos custos para envio.

Fonte: Globo Digital

Facebook, a maior rede social da internet

 Esteve em São Paulo na semana passada Mark Zuckerberg, presidente e CEO do Facebook, a maior rede social do mundo. Com apenas 25 anos, é um dos jovens mais bem-sucedidos nos EUA e tem viajado pelo mundo anunciando novidades no site e procurando atrair novos usuários especialmente entre os adolescentes, que cada vez mais usam redes sociais para se comunicar. É uma jogada inteligente, já que esses “teens” serão em breve os futuros usuários adultos de um Facebook que não para de evoluir.

Facebook maior rede social
Facebook maior rede social

Em cinco anos, o Facebook se tornou a maior rede social da internet. Os números são impressionantes – mais de um bilhão de fotos e dez milhões de vídeos são inseridos no site por mês; cerca de cinco bilhões de minutos são gastos no Facebook por dia; mais de oito milhões de usuários se tornam fãs de alguma página por dia. Com isso, o Facebook é o quarto site mais visitado da rede, atrás apenas de Google, Microsoft e Yahoo. No Brasil, o Facebook já tem 1,3 milhão de usuários ativos – contra mais de 35 milhões de orkuteiros. Só que, no mundo real, o Orkut não chega perto, registrando apenas 70 milhões de perfis.

Claro que esse poder todo já despertou o apetite comprador da Google (dona do Orkut). Em outubro de 2007, a gigante cogitava em comprar o Facebook, pois mais do que uma rede social considerava-o uma enorme fonte de dados pessoais, já que seus usuários se cadastravam com seus nomes reais e se ligavam a seus amigos verdadeiros, montando uma gigantesca e valiosa malha de relacionamentos. Mas a intenção foi frustrada por uma ação mais rápida da Microsoft, que investiu US$ 240 milhões por uma fatia de 1,6% do Facebook, significando que atribuía ao site o elevado valor de US$ 15 bilhões. Valores exagerados, mas é assim que funciona essa indústria exagerada…

Na verdade, diz o mercado, a Google nunca teve chance de comprar o Facebook – a Microsoft sempre foi sua parceira preferida. As conversas com a Google teriam servido apenas para elevar o preço ao negociar com a empresa de Redmond. Em vez de se associar à Google, os cabeças do Facebook ousavam algo maior – enfrentar o gigante das buscas. Se ao longo da última década a web foi definida pelos métodos de busca do Google, com suas equações capazes de destrinchar a rede, os cérebros do Facebook anteviam uma web mais personalizada, em que a rede pessoal de cada usuário seria a fonte primária de informações. Isso significaria uma revolução na forma com que navegamos no mundo online, uma configuração que deixaria o Facebook no centro do processo, exatamente onde fica o Google atualmente.

Todos sabem que mais cedo ou mais tarde as duas empresas vão colidir. Aliás, o Facebook já roubou vários funcionários da Google – cerca de 9% de seus empregados já trabalharam por lá. Elas já andaram também se bicando no campo das possíveis aquisições – como no caso do Twitter, por exemplo, que já foi cortejado por ambas.

Segundo a revista “Wired”, a equipe pensante do Facebook traçou um plano de longo prazo para mudar a forma com que a web é organizada. O primeiro passo seria criar massa crítica, estabelecendo quase uma segunda internet em paralelo à rede tradicional, com todos seus dados pessoais saturando um total estimado hoje em cerca de 40 mil servidores. O passo seguinte seria redefinir o conceito de busca online, com os usuários apelando para seus amigos quando precisassem de indicações de sites específicos, algo que até já está acontecendo, a julgar pelo volume de tráfego para sites externos ao Facebook originado nele. A terceira etapa seria colonizar a web, com os usuários acessando suas redes particulares do Facebook sem necessariamente precisarem se logar no site, mas por meio de milhares de sites ou aplicações parceiras, continuamente alimentando ainda mais os servidores da empresa. E o quarto passo seria vender anúncios direcionados a cada usuário por meio da rede de parceiros, isso se esses mesmos usuários não se revoltarem com esse uso de seus dados pessoais.

Carlos Alberto Teixeira

TV e boca-a-boca são os canais que mais levam usuários aos buscadores

A TV e o boca-a-boca são duas das principais ferramentas para gerar interesse nos internautas por algum produto. E esse interesse pode se transformar em buscas sobre a empresa ou produto, de acordo com dados da iProspect, empresa especializada em marketing dentro de mecanismos de busca.

O estudo conduzido pela companhia aponta que 67% dos internautas que usam buscadores online chegam até eles por meio de outros canais além da internet.  Entre esses canais, indica a pesquisa, os mais populares são a TV e o boca-a -boca, responsáveis por levar, respectivamente, 37% e 36% dos usuários aos buscadores.

A pesquisa foi apresentada nesta terça-feira, dia 04/ago, pela diretora global de buscas da rede internacional de agências digitais Isobar, Erica Schmidt, durante o Search Marketing Expo 2009, em São Paulo. O evento conta ainda com palestras sobre links patrocinados, comparadores de preços, Search Engine Optimization (SEO), futuro do marketing de busca e mídias sociais.

Um dos casos de destaque apresentados por Erica foi o da empresa Nexus, voltada a produtos de beleza. Com o uso de vídeos educacionais, a empresa aumentou o tráfego do site em 57% no período de três meses. Para fazer com que esses vídeos fossem mais assistidos, a Nexus investiu em palavras-chave em mecanismos de busca e links patrocinados.

Fonte: Lygia de Luca, do IDG Now!

Microsoft e Yahoo! juntas contra o gigante Google

A Microsoft e o Yahoo! anunciaram nesta quarta-feira, dia 29/07 que chegaram a um acordo de dez anos onde a gigante do software vai administrar o mecanismo de buscas do portal, o segundo maior do mundo, o que inclui criar programas de navegação específicos para ele. Em troca, o Yahoo! receberá 88% da receita dos anúncios associados às buscas em seus sites, durante os primeiros cinco anos, e terá direito de vender propaganda dos sites da parceira. Com isso, espera aumentar seu lucro operacional em US$ 500 milhões por ano.

Segundo o site CNNmoney, os sites Yahoo.com e Bing.com manterão suas marcas separadas, mas cada resultado de buscas no Yahoo.com terá a expressão “movido pelo Bing”, ou seja, com a tecnologia da Microsoft. O Yahoo! ainda será responsável por atrair anunciantes premium.

A disputa entre Microsoft e Google, maior portal de buscas e captador de publicidade na internet, pode ter pressionado a empresa criada por Bill Gates a reformular sua posição nas negociações com a Yahoo!.

A Microsoft tentou comprar o Yahoo! no ano passado , mas sua oferta de US$ 47,5 bilhões foi recusada, e a tentativa do Yahoo de fechar um acordo na área de busca por publicidade com o Google fracassou em meio às análises de órgãos reguladores.

Fonte: O Globo

Mercado, prepare-se!

Muito boa tarde!
Começo esse post informando que o mercado de Marketing Digital ganhou um novo “filho”. RGV Web Seo deixa as formas padrões de atuação das agências e inicia um novo ciclo de vida dentro da era digital.
Nosso objetivo é ser um ponto de referência não só em marketing de busca (SEO), mas também uma empresa completa que integra as formas de comunicação atual com as novas mídias que diariamente surgem para mexer a cabeça do consumidor.
Fazemos o seu negócio ser visto onde o seu consumidor está e não apenas quando ele deseja achar você.

Aqui no nosso blog você ira encontrar novidades sobre essas mídias, cases envolvendo Marketing Digital e dicas sobre como melhorar seu desempenho em search engine optmization, e-mail marketing e aparência do seu site.