Archive for the ‘Redes Sociais’ Tag

Facebook tenta roubar os usuários do orkut

Facebook inicia uma nova estratégia para conseguir “roubar” os usuários do orkut, que é hoje, a rede mais popular do Brasil. Os usuários do Facebook podem importar os amigos que constam na rede do orkut diretamente, basta seguir um tutorial que aparece na primeira página da rede social.

No tutorial há um link para o Orkut, onde é possível salvar e baixar a lista de contatos. Depois, por um pluging, basta fazer o upload dessa lista para o Facebook e escolher os contatos que se quer adicionar.

 Segundo Mark Zuckerberg, CEO do Facebook que esteve recentemente no Brasil, a rede social já tem 1,3 milhão de usuários no país, ainda muito atrás do Orkut, que chega a 27 milhões de usuários ativos, de acordo com dados do Ibope Nielsen Online.

Fonte: O Globo

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Desenvolva sua carreira com a ajuda das redes sociais

Entre as milhares de informações trocadas por meio de redes sociais também existem oportunidades para dar um upgrade na sua carreira. Pesquisa realizada pelo site Jobvite.com apontou que 72% das empresas planejam investir mais em recrutamento por meio das redes sociais e 68% já as utilizam como suporte nas seleções.

De acordo com a pesquisa, os sites mais consultados para recrutar profissionais, em ordem de preferência e uso, são o Linkedin, o Facebook e o Twitter. Por meio dessas redes é possível ficar conectado diretamente com quem busca profissionais no mercado. Mas não basta somente aderir aos sites e ficar esperando as empresas e recrutadores entrarem em contato: o profissional deve ser proativo, trocar informações, conhecer pessoas e divulgar conhecimento.

Na Career Center, especializada em recursos humanos, o programa de transição de carreira enfatiza a importância do networking e do marketing pessoal nas redes. Uma das recomendações é deixar o perfil sempre atualizado e público, assim pode ser achado também em outras ferramentas. Solicitar recomendações ou indicações de ex-colegas ou ex-chefes, pode dar credibilidade, principalmente no LinkedIn.

Essas ferramentas permitem que a empresa faça uma preavaliação da pessoa, identificando o perfil, os valores e os interesses dos profissionais, verificando se eles são adequados à cultura da organização antes da entrevista pessoal. Portanto, não deixe de olhar com atenção as informações que constam no perfil, tire tudo o que for inadequado e cuidado com o conteúdo que você publica.

Pesquisa publicada no Zero Hora

Redes sociais – algumas te deixam inteligentes outras mais burro

O Facebook e videogames ajudam a tornar as pessoas mais inteligentes, enquanto o Twitter e mensagens de texto têm o efeito oposto, afirmou nesta segunda-feira uma psicóloga britânica. A doutora Tracy Alloway, da Universidade de Stirling, na Escócia, estuda a “memória ativa”, função cerebral que dá às pessoas a capacidade de reter e utilizar informações.

Segundo ela, o Facebook aparentemente expande a memória ativa pela sua natureza “social”. A mente é forçada a trabalhar para manter o contato com as redes de centenas de amigos. No caso dos videogames, mesmo que eles prejudiquem a socialização, o aprimoramento mental pode ser causado por jogos que envolvem estratégia e planejamento. Jogos como o Sudoku teriam efeitos similares.

O problema do Twitter – e de quaisquer outras ferramentas “instantâneas”, como o YouTube e mensagens de texto (SMS) – é que ele é tão sucinto que “sua atenção é reduzida e seu cérebro não precisa se dedicar e não aprimora conexões entre os neurônios”.

– No Twitter você recebe uma corrente permanente de informação, mas é tudo muito sucinto. Você não precisa processar essa informação – disse Alloway, admitindo que não há estudos que comprovem sua afirmação, que por enquanto é apenas uma “hipótese”. Segundo o Times Online, ela pretende iniciar um projeto de pesquisa sobre o caso em janeiro.

A principal crítica ao raciocínio da Dra. Alloway diz respeito ao fato dela limitar o Twitter a mensagens de 140 caracteres. Se por um lado essa natureza “sucinta” gera muitas mensagens banais, por outro, a interatividade da ferramenta permite a inclusão de links que ampliam muito o alcance dos “tweets”. Ou seja, o Twitter é o que você faz dele.

A Dra. Alloway falou no Festival Britânico de Ciência, na Universidade de Surrey, sobre seu trabalho em treinar crianças no aprimoramento da memória. Ela diz que sua equipe criou um programa que aumentou a performance de crianças de 11 a 14 anos com problemas de aprendizado. Segundo o Telegraph, “após oito semanas de treinos com o ‘JungleMemory’, as crianças tiveram aumentos de 10 pontos no QI e em testes de leitura e matemática”.

Metade dos usuários de redes sociais se conectam com empresas ou marcas

Um estudo recente da Association of National Advertisers revelou que 66% das empresas já usam redes sociais em 2009, um número bem superior a 2007, onde apenas 20% das empresas usavam esse canal.

As empresas podem adotar os meios de comunicação como as redes sociais, mas será que os consumidores estão seguindo essas empresas nas redes? Segundo pesquisas recentes, a resposta parecer ser “sim”.

Segundo um estudo publicado pela eMarketer, mais da metade dos usuários das redes sociais são fãs ou seguidores de uma marca com presença online. Além disso, os usuários são mais propensos a falar algo positivo sobre a marca do que negativo.

Dados da pesquisa:

“52% dos usuários de redes sociais(twitter, facebook, orkut, etc) se tornaram fãs ou seguidores de uma marca ou empresa, enquanto 46% já disseram algo positivo sobre a empresa em uma rede social – O dobro da porcentagem de usuários que falam negativamente (23%).”

Em outras palavras, parece ter um movimento muito maior do que simplesmente as marcas entrando nas redes sociais para divulgar o nome e se posicionar. Os usuários estão procurando ativamente suas marcas favoritas e estão se conectando a elas pelas redes sociais, ou seguindo indicações de amigos ou link nessas redes. Mais uma razão para que os investimentos nessa área aumente nos próximos 5 anos.

As redes mais usadas por essas empresas são:
Facebook (74%)
Youtube (65%)
Twitter (63%)
LinkedIN (60%)

Links relacionados:
http://mashable.com/2009/08/14/social-media-marketers/
http://mashable.com/2009/07/08/social-media-marketing-growth/

Twitter é usado para falar “bobagem sem sentido”

Estudo Realizado pela empresa americana Pear Analytics sobre o uso do Twitter revelou que 40,5% das mensagens trocadas através do serviço são “bobagem sem sentido”. O estudo tinha como objetivo produzir um instantâneo de como os internautas usam o serviço.

Além de enviar as ditas “bobagens”, usuários usam o serviço também para bater papo em tempo real. O estudo concluiu que apenas 8,7% das mensagens enviadas poderiam ser classificadas como tendo “valor”, já que traziam informações interessantes.

Para ter uma idéia de como o Twitter é usado, a Pear Analytics avaliou mensagens postadas no serviço de microblog a cada 30 minutos, entre 11h00 e 17h00, em dias de semana, por duas semanas.

Ao todo, a empresa analisou 2 mil mensagens e as classificou em seis categorias: notícias, spam, auto-promoção, bobagens sem sentido, bate-papo e as que tinham algum valor.

As conversas pelo Twitter em geral envolviam dois usuários que postavam mensagens respondendo à anterior, enquanto que as classificadas como “bobagem sem sentido” eram do tipo “estou comendo um sanduíche”.

Quando os analistas da Pear Analytics começaram o estudo, eles esperavam que a maioria das mensagens seria de spam ou auto-promoção. Segundo os analistas, esta crença veio com o crescimento do número de empresas usando o Twitter como ferramenta para aumentar as vendas.

Em vez disso, o estudo concluiu que 40,5% das mensagens poderiam ser classificadas como bobagem sem sentido, 37,5% como bate-papo e 8,7% como tendo algum valor de informação. Auto-promoção e spam ficaram em 5,85% e 3,75%, respectivamente.

“Com a nova face do Twitter, será interessante ver se eles assumem um papel mais pesado nas notícias, ou continuam a ser uma fonte para as pessoas dividirem suas atividades correntes que tem pouco a ver com os outros”, disse Ryan Kelly, fundador da Pear Analytics.

A empresa pretende repetir o estudo a cada trimestre para rastrear tendências de uso da ferramenta.

Fonte: BBC Brasil

Facebook, a maior rede social da internet

 Esteve em São Paulo na semana passada Mark Zuckerberg, presidente e CEO do Facebook, a maior rede social do mundo. Com apenas 25 anos, é um dos jovens mais bem-sucedidos nos EUA e tem viajado pelo mundo anunciando novidades no site e procurando atrair novos usuários especialmente entre os adolescentes, que cada vez mais usam redes sociais para se comunicar. É uma jogada inteligente, já que esses “teens” serão em breve os futuros usuários adultos de um Facebook que não para de evoluir.

Facebook maior rede social
Facebook maior rede social

Em cinco anos, o Facebook se tornou a maior rede social da internet. Os números são impressionantes – mais de um bilhão de fotos e dez milhões de vídeos são inseridos no site por mês; cerca de cinco bilhões de minutos são gastos no Facebook por dia; mais de oito milhões de usuários se tornam fãs de alguma página por dia. Com isso, o Facebook é o quarto site mais visitado da rede, atrás apenas de Google, Microsoft e Yahoo. No Brasil, o Facebook já tem 1,3 milhão de usuários ativos – contra mais de 35 milhões de orkuteiros. Só que, no mundo real, o Orkut não chega perto, registrando apenas 70 milhões de perfis.

Claro que esse poder todo já despertou o apetite comprador da Google (dona do Orkut). Em outubro de 2007, a gigante cogitava em comprar o Facebook, pois mais do que uma rede social considerava-o uma enorme fonte de dados pessoais, já que seus usuários se cadastravam com seus nomes reais e se ligavam a seus amigos verdadeiros, montando uma gigantesca e valiosa malha de relacionamentos. Mas a intenção foi frustrada por uma ação mais rápida da Microsoft, que investiu US$ 240 milhões por uma fatia de 1,6% do Facebook, significando que atribuía ao site o elevado valor de US$ 15 bilhões. Valores exagerados, mas é assim que funciona essa indústria exagerada…

Na verdade, diz o mercado, a Google nunca teve chance de comprar o Facebook – a Microsoft sempre foi sua parceira preferida. As conversas com a Google teriam servido apenas para elevar o preço ao negociar com a empresa de Redmond. Em vez de se associar à Google, os cabeças do Facebook ousavam algo maior – enfrentar o gigante das buscas. Se ao longo da última década a web foi definida pelos métodos de busca do Google, com suas equações capazes de destrinchar a rede, os cérebros do Facebook anteviam uma web mais personalizada, em que a rede pessoal de cada usuário seria a fonte primária de informações. Isso significaria uma revolução na forma com que navegamos no mundo online, uma configuração que deixaria o Facebook no centro do processo, exatamente onde fica o Google atualmente.

Todos sabem que mais cedo ou mais tarde as duas empresas vão colidir. Aliás, o Facebook já roubou vários funcionários da Google – cerca de 9% de seus empregados já trabalharam por lá. Elas já andaram também se bicando no campo das possíveis aquisições – como no caso do Twitter, por exemplo, que já foi cortejado por ambas.

Segundo a revista “Wired”, a equipe pensante do Facebook traçou um plano de longo prazo para mudar a forma com que a web é organizada. O primeiro passo seria criar massa crítica, estabelecendo quase uma segunda internet em paralelo à rede tradicional, com todos seus dados pessoais saturando um total estimado hoje em cerca de 40 mil servidores. O passo seguinte seria redefinir o conceito de busca online, com os usuários apelando para seus amigos quando precisassem de indicações de sites específicos, algo que até já está acontecendo, a julgar pelo volume de tráfego para sites externos ao Facebook originado nele. A terceira etapa seria colonizar a web, com os usuários acessando suas redes particulares do Facebook sem necessariamente precisarem se logar no site, mas por meio de milhares de sites ou aplicações parceiras, continuamente alimentando ainda mais os servidores da empresa. E o quarto passo seria vender anúncios direcionados a cada usuário por meio da rede de parceiros, isso se esses mesmos usuários não se revoltarem com esse uso de seus dados pessoais.

Carlos Alberto Teixeira